quarta-feira, 1 de junho de 2016

O Retorno de Inanna I e II


O Retorno de Inanna: Capitulo I e II








PALAVRAS DE INANNA

Eu, Inanna, retorno para contar como, faz 500.000 anos, minha família das Pleyades tomou posse da Terra e alterou o genoma humano com o fim de produzir uma raça de trabalhadores criada para extrair ouro destinado à esgotada atmosfera de Nibiru, nosso planeta e lar. Como fomos tecnicamente muito superiores, esta raça de trabalhadores — a espécie humana — nos adorava como a deuses. Aproveitamo-nos deles para liberar guerras em meio de nossas disputas familiares intermináveis até que, de um modo estúpido, desatamos sobre a Terra a terrível arma gandiva, que enviou uma onda de radiação destrutiva por toda a galáxia.
Isto enfureceu à Federação Intergaláctica. Por causa de nossas próprias ações, vimo-nos restringidos por "A Parede", uma prisão de freqüência que congelou nossa evolução.
Retornem comigo à antiga Suméria, a Babilônia e ao Egito. Dentro de meus Templos do Amor, dou a conhecer segredos antigos da união sexual cósmica pleyadiana e de meus matrimônios sagrados. Através de meus olhos contemplem a Torre de Babel, o Grande Dilúvio, os Túneis das Serpentes e os cristais em espiral na pirâmide de Gizé.

Viajem comigo pelo tempo até a Atlântida, Cachemira e o Pacífico Noroeste dos Estados Unidos à medida que encarno em meu Eu multidimensional para pôr a funcionar os códigos genéticos que estão latentes dentro de sua espécie e para libertar a Terra do controle por freqüências que exerce meu primo, o tirano Marduk.

I.- INANNA FALA

Eu, Inanna, sou tão amada.
De muitas maneiras, sou o amor perse.
Nós como pleyadenses sempre soubemos que o amor é a essência da criação. Tudo o que fomos sempre é amor; amor à aventura, amor ao poder e amor à diversão. Esta é a história de minha família, a família de Anu, que chegou a seu planeta das Pleyades faz mais de 500.000 anos terrestres. E, como verão, nossa história é também sua história, porque em nossos laboratórios, minha família criou sua espécie tal como existe agora. Nunca fomos realmente superiores a vocês, simplesmente muito mais experimentados. Minha família tinha estado divertindo-se no universo muito tempo antes de que chegássemos à Terra. Vocês foram nosso experimento genético na periferia desta galáxia.
Retornemos ao começo. O tempo é o campo de jogo dos deuses e, qual tempo usaremos? O seu ou o nosso? Em realidade o tempo não existe, mas é útil porque se um não marcar limites, tudo se funde. O pensamento é projetado para o espaço através das freqüências infinitas de tempo que são variáveis. Existe uma multidão de freqüências de tempo, e o tempo terrestre é muito diferente ao tempo que nós vivemos. Da perspectiva humana, parece que nós vivemos para sempre, o que nos facilita muito poder nos divertir com os habitantes da Terra.
Como criamos a raça humana em sua forma atual sem ativar todo o seu DNA, nunca nos ocorreu que poderiam ser algo mais que nossos escravos, ou que poderiam executar tarefas mais complicadas que cozinhar, limpar ou extrair ouro. Viemos à Terra para uma operação de mineração remota. Começamos a ensinar a nossos humanos, e os chamamos Lulus. Como desfrutávamos tanto do jogo com os Lulus, apegamo-nos muito a eles e começamos a nos cruzar com eles. Apaixonamo-nos por nossa própria criação.
Mas não podíamos deixar de brigar entre nós mesmos. Os Lulus nos adoravam como a deuses, uma prática que fomentávamos, e os enviávamos à batalha a lutar e morrer por nós como peões em uma partida de xadrez. Eles estavam mais que dispostos a enfrentar-se à morte só para nos agradar, e os víamos como uma fonte renovável, pois sempre podíamos criar mais.
Logo cometemos o engano de usar a Grande Arma Radioativa, a Gandiva. Como resultado, ondas de radiação letal fluíram para o sistema solar, para a galáxia, o que chamou a atenção do Conselho da Federação Intergaláctica. Quando se deram conta de nosso comportamento imprudente, interferiram. Eles diriam "intervir". Minha família tinha estado tão ocupada lutando, competindo e jogando que se esqueceu por completo do chato Conselho. E além do mais, a Terra era nossa.
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Os membros do Conselho argumentaram que a Terra tinha sido colonizada antes de chegarmos, e que tínhamos infringido a Lei do Primeiro Criador ao pôr em perigo outros mundos com nossas maravilhosas armas. Também nos acusaram de alterar as capacidades genéticas da espécie humana, despojando-os assim da habilidade para evoluir. Acusaram-nos de violar a Lei de Não Interferência. Enredados em meio de nossos próprios problemas, pareceu-nos que isto não era assunto deles. Nossa família, a família de Anu, estava em guerra, irmão contra irmão.
Para nós, o Conselho da Federação Intergaláctica não importava em nada, até que nos vimos rodeados da Parede. Não era uma parede real, como uma de tijolo; esta era uma parede de freqüência invisível e, por conseguinte, para nós tudo começou a mudar. A magia desapareceu por completo de nossas vidas; já não havia faísca, não havia ação. A vida se voltou muito sólida e densa, deixou de circular. A Deusa da Sabedoria estava a ponto de nos ensinar algo que tínhamos esquecido, ou que possivelmente nem sequer tínhamos começado a aprender ainda.
Ao princípio o aborrecimento nos confundiu, pois não o tínhamos experimentado antes, e nós não gostamos. Tornamo-nos irascíveis, quase humanos, o que verdadeiramente nós não gostávamos. Eternamente tínhamos estado nos expandindo e explorando o universo, criando com facilidade, nos divertindo. Nossas vidas tinham sido emocionantes com o poder infinito que tínhamos disponível, e logo nos sobreveio um estado de aniquilamento que nos deixou perplexos. Tínhamos deixado de evoluir. Aconteceu para nos ensinar por meio da experiência o que tínhamos feito aos Lulus na Terra, a Parede era a disciplina que nossas próprias ações tinham magnetizado para nossa existência.
Não podíamos acreditar que realmente tínhamos cessado de evoluir. Com relutância, dirigimo-nos ao Conselho para fazer perguntas para nos fazer parecer sábios, para dissimular o fato de que não sabíamos o que nos estava acontecendo. Eles sabiam. Possivelmente são mais avançados que nós, mas não gostamos com uma idéia tão deprimente.



Cuidadosamente o Conselho nos explicou que teríamos que outorgar aos terrícolas os mesmos poderes que nós possuímos! Informaram-nos que fomos responsáveis pelo que tínhamos feito. Que tolice! Nós não podíamos aceitá-lo. Podem imaginar que coisa chata seria se seus animais domésticos fossem iguais a vocês? Poderiam começar a falar e inclusive lhes dizer o que gostariam de jantar. Onde terminaria, com um jantar de quatro pratos e trufas de chocolate como sobremesa?
Muito chateados voamos para casa e, para variar, como era nosso costume, brigamos entre nós mesmos. Alguns imaginaram que a Federação estava conspirando com nossos inimigos; outros pensaram que o Conselho obviamente queria ficar com a Terra. Os sírios eram mais antigos no Conselho que nós os pleyadenses ou, eram-no os arcturianos? Alguns de nós cremos que era algo pessoal e começamos a nos culpar uns aos outros. Somos uma família fraturada na verdade.
Tentamos dissolver a Parede por meio de um sacrifício ritual colossal, belo e realmente horripilante a gosto dos que se consideram entendidos nestes assuntos. Mas nada aconteceu; nada trocou, a Parede ainda estava ali e nos voltamos ainda mais aborrecidos, estancados e desorientados. O desespero, anteriormente desconhecido para nós, cravou suas garras dentro de nossas almas, nossas almas répteis, para ser exatos.
Então eu, Inanna, Rainha dos Céus — eu adoro esse título —, retorno para falar. Retorno a vocês, meus terrícolas, meus Lulus. Retorno para prepará-los para a mudança vindoura em seu DNA, para a transformação completa de seu planeta Terra e de seus formosos corpos. E, naturalmente, espero me liberar a mim mesma no processo! Suponho que se uma mãe não nutrir a seus filhos devidamente, isto a persegue até que encontra a maneira de equilibrar a balança. Parece que eu também devo equilibrar o que criei, e de certo modo ser como uma mãe para vocês.
O que me recorda minha maravilhosa infância em nosso planeta lar, Nibiru, e todos aqueles que foram como mães para mim.



II.- NIBIRU


Ao contar minha história, não me ocuparei do tempo linear como o conhecem. O tempo terrestre é ineficaz para descrever nossa relação com vocês. Um de nossos anos equivale a 3.600 anos terrestres! O tempo pleyadense é elástico, expansível e interdimensional. Alguns de nós podem viajar a qualquer ponto do tempo que escolhamos, podemos até alterar os acontecimentos desse tempo. Tais excursões têm seu preço, mas uma vez conquistado o talento que se requer, quem pode resistir? Viajar no tempo é um pouco divertido! Os conceitos fixos sobre o tempo simplesmente não existem, assim não os esperem neste livro.
Minha infância foi uma época mágica para mim. Os tabletes de argila cuneiformes que se encontraram na Suméria e Babilônia dizem que eu nasci na Terra, o que é certo. Meu irmão gêmeo, Utu, saiu primeiro da matriz de minha mãe, o que lhe dava prioridade nos direitos de herdeiro. Entretanto, eu não permiti que este desafortunado acidente de nascimento me pusesse travas e, mais tarde na vida, compensei-me mesma com generosidade por essa pequena frustração.
Quando estávamos em condições de viajar, nos enviaram de retorno a nosso lar, Nibiru, um planeta artificial que tinha sido desenhado pela tecnologia pleyadense para procurar matéria prima neste sistema solar, e que dá a volta a seu sistema solar cada 3.600 anos. O planeta Nibiru foi dado a nossa família faz muitos eones e Anu, meu bisavô, herdou seu domínio de seu pai. Anu é o pai de Enlil, o qual é o pai de meu pai, Nannar. Minha mãe se chama Ningal e é a mulher mais adorável que conheci. Quero-a muito, mas freqüentemente me pergunto como me trouxe para o mundo!
Meu irmão gêmeo Utu e eu fomos os primeiros da família real que nascemos na Terra, como chamamos à Terra. Nessa época, ninguém sabia se as freqüências da Terra afetariam o DNA dos meninos pleyadenses. Por esses dias eram impossíveis de predizer as tormentas radioativas e as flutuações magnéticas deste planeta fronteiriço, de modo que nossos pais e avós não queriam correr riscos com nossos códigos genéticos preciosos.
Criaram-nos no magnífico palácio de meu bisavô Anu e sua rainha irmã Antu. Minhas primeiras lembranças reais são de minhas correrias e risadas pelos pisos polidos de lápis lázuli; de brisas suaves que brandamente moviam cortinas brancas enormes e que acariciavam os formosos cachos escuros de meu cabelo. Minha risada enchia a casa. Meu pequeno corpo azul corria pelo mero prazer de sentir o piso fresco debaixo de meus pequenos pés rechonchudos! Todos me amavam e não havia quem me controlasse, só gente que me elogiava e me abraçava. A vida era perfeita!
A maioria dos membros de minha família tem pele de tons azuis variáveis, como turquesa e lápis lázuli cremoso mesclados, quentes azuis suaves que são conseqüência da alta quantidade de cobre em nosso sangue. Este cobre nos protege da radiação cósmica que bombardeia nosso planeta do espaço. Nossa tendência contínua de fazer a guerra faz tempo acabou com o amparo natural de nossa atmosfera contra dita radiação, assim que nossos corpos se adaptaram ao aumentar o conteúdo de cobre. Durante eones estivemos pulverizando ouro em nossa estratosfera para melhorar a atmosfera de nosso planeta, e necessitamos de um fornecimento constante desse ouro. Essa foi nossa razão principal para colonizar a Terra.
Anu e Antu são as cabeças de minha família e os governantes de Nibiru. Embora nossa tendência seja permitir que cada qual faça o que lhe agrade, inclusive até os extremos, eventualmente quase todos os de nosso grupo briguento acatavam as ordens de Anu e Antu.
Extremo é uma boa palavra para descrever a Anu e Antu. Sei que podem parecer mimados, indulgentes ou imoderados mas, para mim, assim era a vida, a forma em que fazíamos as coisas. Eu adorava a meus dois bisavôs e eles por sua vez me adoravam, especialmente Anu. De fato, meu nome, Inanna, significa "amada de Anu", e mais tarde isto me permitiu um poder importante sobre o resto da família.
Em menina, em todas as partes me rodeavam a beleza e o amor. O palácio era um pavilhão aberto sem limites e sem paredes. Os arquitetos tinham desenhado o interior como o exterior e vice-versa e, como nos protegiam reguladores de freqüência, não necessitávamos de paredes ou vidro. Havia inumeráveis jardins paradisíacos de todos os desenhos imagináveis que exibiam flores exóticas, novelo, aves e mariposas de todos os lugares das galáxias. Seria impossível descrever muitas das espécies posto que são desconhecidas na Terra. Alguns dos jardins eram somente freqüências de luz e som; os nossos artistas de Nibiru adoram essas criações. Os jardins prediletos de minha bisavó Antu eram feitos de ouro e pedras preciosas, as flores freqüentemente eram de rubi e safira com folhas de ouro e prata. Na Terra recriamos estes jardins em jóias para que nos fizessem recordar nosso lar. Nos escritos antigos da Terra há descrições verdadeiras desses lugares.
Anu e Antu adoravam as festas. Eles celebravam tudo; um equinócio, um cometa, os solstícios e, é obvio, os aniversários. As festividades se prolongavam por semanas, inclusive meses. Todo mundo vivia assim. Era minha vida.
Anu, que era de aparência agradável e generoso, sempre estava pensando em um presente maravilhoso para sua querida Antu: um diadema novo, uma nave voadora ou um templo. O palácio devia ser enorme só para conter os presentes que lhe dava. Antu, que era bela e afetuosa, emanava gozo e prazer cabal. Sua paixão era preparar festas; tinha o dom para a organização e nunca lhe escapava o mínimo detalhe. Ela era o tipo de uma dessas anfitriãs consumadas que deixa qualquer um perguntando-se quem tem o poder, a esposa ou seu marido. Todos os das galáxias desejavam ser convidados ao palácio para desfrutar dos manjares da cozinha de Antu. Das tortas se formavam fantásticos palácios mágicos, e a fruta e sorvetes se exibiam apetitosamente por várias mesas. Nossos vinhos eram excelentes.
Nosso amor à beleza e a criatividade naturalmente se estende até o ato sexual, o qual é respeitado com a mais alta deferência por minha gente no Nibiru e através de todas as Pleyades. Se trouxerem seus conceitos terrestres sobre a sexualidade e a moralidade na minha história, seria melhor que fechasse o livro agora mesmo. Para nós, o sexo tem que ver com as freqüências de energia e sua direção. Como nós usamos a energia sexual para criar muitas coisas, seu ponto central e amplificação é uma forma artística que todos nós aprendemos e desfrutamos. Vemo-lo como a força pura de energia que brota do Primeiro Criador para o corpo e seus centros receptores. Quando já está no corpo, lhe troca a direção e se transforma segundo a habilidade e capacidade do indivíduo. Poderia-se comparar com um sistema de circuitos eletrônicos que modifica e distribui energia elétrica.
Foram Antu e Anu quem me deu o conhecimento da União Sagrada. Antu encarna as forças apaixonadas da criação e lhe tem por uma grande professora de dito conhecimento. Para mim foi uma honra que ela me ensinasse. O poder da expressão sexual é venerado e de muitas maneiras entre nós. Este conhecimento fazia parte de minha linhagem genética, e como venho do sangue de Anu e Antu, nasci para amar e ser amada; por isso era sua preferida.
Nos Templos do Amor em Nibiru, eles escolhiam sacerdotes e sacerdotisas apoiados em sua habilidade para receber e transmitir as freqüências mais elevadas da União Sagrada. Para nós o prazer sexual não era nada menos que alívio e recreio. A uma escala maior, a união sexual é um grandioso gerador de néctar para o Primeiro Criador. A conexão do sexo com a vergonha e a culpa foi consumada na Terra por outro membro de minha família, certamente não fui eu, para escravizar aos Lulus e mantê-los temerosos. Em Nibiru é de conhecimento geral o fato de que o poder sexual é parte da existência.
Minha infância em Nibiru foi como estar em um paraíso e todos me adoravam. À medida que crescia, minha educação recaiu sobre meu tia/avó Nin. Seu nome verdadeiro é Ninhursag, mas eu lhe chamo de Nin porque com ternura me cuidou quando eu era uma menina. Ela é como uma mãe para mim e a quero muito. É a filha de Anu, mas não de Antu. Anu podia ter, e as teve, todas as concubinas que desejasse. Nós somos muito tolerantes e expressivos e tinha pouca importância o que Anu desfrutasse de muitas outras mulheres. O que era importante para nós era a linha de sucessão: quem herdaria o poder de Anu. Os matrimônios entre irmãos são comuns entre nós para assegurar a primeira linha de sucessão, e Antu era a irmã de Anu, e também sua esposa.
Já sei. Estão escandalizados, mas lhes adverti que não trouxessem sua moral aos assuntos de minha família. Por um lado, o casar-se com a irmã de um explicava com toda claridade quem tomaria o poder. Pelo outro, causava estragos. Anu era muito ardente e tinha muitos filhos com muitas mulheres. Mas todos estes irmãos médios deram origem a muitas rivalidades e a confusão em nosso mundo e logo na Terra.
Enlil, Enki e Ninhursag são os três filhos principais de meu bisavô, Anu. Enlil e Enki, ambos os varões, têm mães diferentes e Ninhursag, nascida de outra mãe, é a única mulher.

Anu e Antu sempre me consentiam, mas minha tia/avó Nin, que por natureza era disciplinada e severa, deu-se conta de que eu tinha uma leve tendência a deixar que meus impulsos se transbordassem. Evidentemente eu nunca vi isto como um problema. A Nin deu a ingrata tarefa de me educar e, embora de vez em quando era dura comigo, sempre soube que me amava muito. Em repetidas ocasiões necessitei desse amor.

Continua....

Zecharia Sitchin - Biografia

Zecharia Sitchin nascido na República Socialista do Azerbajjão na cidade de Baku, em 11 de julho de 1920, faleceu em 09 de outubro de 2010 devido um câncer na próstata. Conhecedor da língua antiga hebraica, europeias e semíticas do velho testamento, formou-se em Economia pela London Sshool of Economics, trabalhou como jornalista e editor em Israel, foi arqueólogo, historiador, tradutor de línguas antigas, consultor da NASA, em suas pesquisas arqueológicas, foram encontrados mais de 20,000 placas de argila escritas em cuneiforme, no qual, através delas, editou e publicou a série "Crônicas da Terra", 

De acordo com a interpretação que Sitchin faz da cosmologia suméria, haveria um planeta desconhecido de nossa ciência que segue uma órbita elíptica e demorada, passando pelo interior do Sistema Solar a cada 3.600 anos. Este planeta chamaria-se Nibiru (associado ao deus Marduk na cosmologia babilônia). Segundo Sitchin, um dos satélites de Nibiru teria colidido catastroficamente com Tiamat, outro planeta hipotético, localizado por Sitchin entre Marte e Júpiter. Esta colisão teria formado o planeta Terra, o cinturão de asteróides, e os cometas. Tiamat, conforme descrito no Enuma Elish, o épico da Criação mesopotâmico, é uma deusa. De acordo com Sitchin, contudo, Tiamat era o que é agora conhecido como Terra. Quando atingido por uma das duas luas do planeta Nibiru, Tiamat teria se partido em dois. Numa segunda passagem, o próprio Nibiru teria atingido um dos fragmentos e metade de Tiamat Teria se tornado o cinturão de asteróides. A segunda metade, após capturar a órbita de uma das luas de Tiamat (a nossa Lua), seria empurrada para uma nova órbita e tornar-se-ia o atual planeta Terra.
Este cenário é difícil de ser conciliado com a atual pequena excentricidade orbital da Terra de apenas 0,0167. Os defensores de Sitchin mantém que isso explicaria o formato oblongo do nosso planeta, cuja distância entre os polos é ligeiramente menor que o diâmetro na linha do equador. Também explicaria a peculiar geografia antiga da Terra, devido à acomodação após a colisão celeste, entenda-se, continentes sólidos de um lado e um oceano gigantesco do outro. Embora isto seja consistente com a hipótese do impacto gigante e posterior alteração de órbita que teria originado a Lua, estima-se que esse acontecimento tenha ocorrido 4, 5 bilhões de anos atrás.
O cenário delineado por Sitchin, com Nibiru retornando ao interior do Sistema Solar regularmente a cada 3.600 anos, implica numa órbita com um eixo semi-principal de 235 unidades astronômicas, estendendo-se do cinturão de asteróides até 12 vezes mais distante do Sol que Plutão. "A teoria da perturbação elementar indica que, sob as circunstâncias mais favoráveis de escapar-se de impactos diretos com outros planetas, nenhum corpo com uma órbita tão excêntrica conseguiria manter o mesmo período por duas passagens consecutivas. Dentro de doze órbitas, o objeto seria expulso ou converter-se-ia num corpo de período breve. Portanto, a busca por um planeta transplutoniano por T. C. Van Flandern, do Observatório Naval dos EUA, que Sitchin usa para justificar sua tese, não se sustenta", afirmou C. Leroy Ellenberger, em seu artigo Marduk Unmasked, em Frontiers of Science, de maio-junho de 1981.
De acordo com a teoria de Sitchin, "posto isto, a partir de um começo equilibrado, os nefilim evoluíram em Nibiru 45 milhões de anos à frente do desenvolvimento comparado na Terra, com seu ambiente claramente mais favorável." Ainda segundo Ellenberger em seu artigo, "Tal resultado é improvável, para dizer o mínimo, uma vez que Nibiru passaria 99% de seu período além de Plutão. A explicação de Sitchin que o calor de origem radioativa e uma grossa atmosfera manteriam Nibiru aquecido é absurda e não resolve o problema da escuridão no espaço profundo. Também inexplicado é como os nefilim, que evoluíram muito depois da chegada a Nibiru, sabiam o que aconteceu com o planeta quando entrou pela primeira vez no Sistema Solar."
De acordo com Sitchin, Nibiru era o lar de uma raça extraterrestre humanóide e tecnologicamente avançada chamada de anunnaki no mito sumério, que seriam os chamados nefilim da Bíblia. Ele afirma que eles chegaram à Terra pela primeira vez provavelmente 450.000 anos atrás, em busca de minérios, especialmente ouro, que descobriram e extraíram na África. Esses "deuses" eram os militares e pesquisadores da expedição colonial de Nibiru ao planeta Terra. Sitchin acredita que os annunaki geraram o Homo Sapiens através de engenharia genética para serem escravos e trabalharem nas minas de ouro, através do cruzamento dos genes extraterrestres com os do Homo Erectus. Ele afirma que inscrições antigas relatam que a civilização humana de Sumer na Mesopotâmia foi estabelecida sob a orientação destes "deuses", e a monarquia humana foi instalada a fim de prover intermediários entre a humanidade e os annunaki. Ele crê que a radioatividade oriunda de armas nucleares usadas durante uma guerra entre facções dos extraterrestres seja o "vento maligno" que destruiu Ur por volta de 2000 a.C. (segundo ele, o ano exato seria 2024 a.C.),[2] descrito no Lamento por Ur. Ele afirma que sua pesquisa coincide com muitos textos bíblicos, e estes seriam originários de textos sumérios.
Em agosto de 2002 o Museu Britânico em Londres revelou caixas não abertas encontradas no porão do museu da época de Woolley contendo esqueletos das Tumbas Reais de Ur de uma deusa rainha, depois descoberta como Ninpuabi, filha de NINSUN (anunnaki) + LUGALBANDA (semi-deus anunnaki), sendo Irmã mais nova de Gilgamesh, o mesmo das tábuas sumérias, neta de INANNA, que era NETA DE ANU rei de Nibiru.

Procurando saber se haveria planos para examinar DNA nesses ossos, o Sr. Sitchin entrou em contato com o museu. Educadamente ele foi informado de que não havia planos para tal. Através de petições ao museu, o mesmo desejava fazer o mapeamento genético da deusa e compará-lo ao humano, mostrando assim nosso parentesco extraterrestre. Logo antes de falecer, o Sr. Zecharia Sitchin esteve internado devido a um grave problema abdominal. Quando saiu do hospital, ele expressou seu desejo (último desejo): "Depois de algum repouso espero voltar à plena atividade relacionada ao meu livro mais recente, e ao Projeto Genoma da Deusa de Ur." Porém nunca chegou a finalizar esse projeto. Segundo ele, a última passagem de Nibiru foi em 556 a.C., considerando sua órbita de 3600 anos, seu retorno está previsto por volta de 2900. Entretanto, acreditava que os Anunnaki poderão retornar antes e que o momento do retorno coincidirá com a mudança astrológica da Era de Peixes para Era de Aquário, em algum momento entre 2090 e 2370.




Suas principais obras foram:
O 12º Planeta
A Escada para o Céu
O Livro Perdido de Enki
Guerra dos Deuses e Homens
Os Reinos Perdidos
Gênesis Revisitado
O Começo do Tempo
Encontros Divinos
O Código Cósmico
O Fim dos Dias
Havia Gigantes na Terra
O Rei que se Recusa a Morrer




                                                        Sitchn fala sobre o 12º Planeta e o fim dos dias...



 

terça-feira, 31 de maio de 2016

A Epopeia de Gilgamesh e o Gênesis


O Gênesis e a Epopeia de Gilgamesh





A Epopéia de Gilgamesh  e sua Influência na escrita do Livro bíblico do Gênesis.  
Em meados do século XIX, após a descoberta na antiga cidade de Nínive da biblioteca do imperador assírio Assurbanipal (668-627 a.C.), o mundo redescobriu as antigas grandes civilizações da Mesopotâmia em tábuas de argila contendo escritos em sinais mais tarde denominados cuneiformes. Civilizações estas de que até então, o pouco que se conhecia estava contido nos livros da Bíblia, em informações “escassas e pouco reveladoras, uma vez que estavam diretamente relacionadas com a história do povo hebreu”.(CORREA, 200-, p. 2). …

Eric Thomas Follmann – Núcleo de Estudos Históricos e Arqueológicos UNIANDRADE-Curitiba-PR Contatoehfollmann@hotmail.com – Postado em Fevereiro 2014.
“O passado das civilizações nada mais é que a história dos empréstimos que elas fizeram umas às outras ao longo dos séculos…”   –  FERNAND BRAUDEL
1. Da “corrida ao ouro bíblico” à nova historicidade das sagradas escrituras. 
… Tais descobertas deram início a uma espécie de “corrida ao ouro bíblico” que propunha evidenciar arqueologicamente as sagradas escrituras. Outras ruínas então, como as de Uruk, Ur (a cidade natal do patriarca bíblico Abraão) e Nipur, começaram ser escavadas e revelaram mais inscrições sobre o passado do Oriente Próximo.
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Os trabalhos de escavação em Nipur
O trabalho de decifração destas tábuas foi realizado por vários pesquisadores, mas coube ao arqueólogo britânico George Smith, a primeira tradução contendo um trecho da Epopéia de Gilgamesh: o relato do dilúvio. Em 1872, Smith anuncia sua descoberta1 em um encontro da Sociedade de Arqueologia Bíblica causando um “forte impacto na Europa (…) por apresentar um texto pagão aparentemente antecipando a Arca de Noé”.(CORREA, 200-, p. 2).
Estas descobertas abalaram toda a comunidade científica e religiosa do século XIX, laicizando muitos dos objetivos iniciais, modificando métodos dos pesquisadores, e abrindo precedentes para o questionamento da veracidade dos textos bíblicos. Nas últimas quatro décadas, diferentes estudos estão sendo realizados sobre os temas levantados no século XIX, tanto pela comunidade científica como em grande parte pela comunidade religiosa, fazendo com que sejam discutidos os elementos mitológicos presentes na confecção dos livros que compõe o Pentateuco2, que vão desde a formação do mundo à existência histórica dos seus patriarcas.
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A esquerda a Tábua IX que conta a Epopeia do Dilúvio bíblico
Há uma tentativa, nos dias atuais, por parte de arqueólogos e historiadores de remontar a bíblia separando o que é história do que são mitos e lendas. 
“Apesar das paixões suscitadas por este tema, nós acreditamos que uma reavaliação dos achados das escavações mais antigas e as contínuas descobertas feitas pelas novas escavações deixaram claro que os estudiosos devem agora abordar os problemas das origens bíblicas e da antiga sociedade israelita de uma nova perspectivacompletamente diferente da anterior. (…) A história do antigo Israel e o nascimento de suas escrituras sagradas a partir de uma nova perspectiva, uma perspectiva arqueológica.” (FINKELSTEIN; SILBERMAN, 2001, pp. V-VI, p. 1).
2. Da teogonia à teofania. 
Paralelamente às discussões bíblicas, as descobertas feitas pelas escavações remontam os três milênios que antecedem à Cristo, onde a região entre os rio Tigre e Eufrates viu a ascensão e queda de grandes civilizações como os sumérios, acádios, assírios e babilônicos.
Dos textos traduzidos, vários deles incompletos devido ao estado de conservação dos mesmos, pôde-se extrair muito da filosofia e da mitologia mesopotâmicas, onde podemos observar que “o Oriente antigo, antes da Bíblia, e mesmo abstraindo-se dela, não desconhecia a reflexão sobre o homem. (…) As questões fundamentais da existência, da felicidade e da infelicidade, da relação com as potências cósmicas e com o domínio misterioso dos deuses, do sentido da vida e das incertezas do destino, já tinham neles um lugar de grande importância”.(GRELOT, 1980, p. 13).
Neste universo de descobertas, os sumérios e os acadianos revelam-se fornecedores de costumes, rituais e modelos literários a todos os povos do Oriente Médio3. Suas lendas, se consideradas como o primeiro repositório das recordações históricas dos povos do oriente antigo, “se transformaram, se esquematizaram, se reagruparam, mudaram eventualmente de país, se ampliaram, às vezes, desmedidamente” (GRELOT, 1980, p. 13), onde cada cultura apropriou-se de um mito conforme a sua ótica4.
Não diferente desta regra, os israelitas inovaram ao excluir todo um panteão, centralizando sua fé num deusúnico, propondo uma desmitização do universo transformando as forças cósmicas ao que de fato são. A situação do homem diante de Deus modifica-se totalmente, “embora, na prática, a adaptação da mentalidade corrente dos israelitas a essa mudança radical se tenha processado lentamente e com dificuldade” (GRELOT, 1980, p. 15), mantendo grande parte do antigo modo de expressar religioso herdado dos sumérios e acádios.
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Direita: Representação do herói Gilgamesh
Desta forma, Israel começa a escrever sua própria história, ora compilando fatos de seu próprio povo em grandiosas lendas, ora adaptando mitos antigos à sua realidade e aos seus propósitos. As histórias contidas na parte hebraica da bíblia, embora difíceis de serem datadas pelos anacronismos que ali apresentam5, foram compiladas e ordenadas “principalmente, no tempo do rei Josias (640-609 a.C.), para oferecer uma legitimação ideológica para ambições políticas e reformas religiosas específicas”.(FINKELSTEIN; SILBERMAN, 2001, p. 14).
3. A Epopéia de Gilgamesh e sua influência sobre demais literaturas do mundo antigo.
Considerada a mais antiga obra literária da humanidade, a Epopéia de Gilgamesh na sua forma “tardia” (século VII a.C.) como é difundida no Ocidente (TIGAY6 citado por ZILBERMAN (1998, p. 58)), não foge à regra das obras de origens mesopotâmicas: um compilado de lendas e poemas, cuja origem e veracidade perdem-se na difusão oral, adaptação cultural e textos fragmentados.
As narrativas contidas na epopéia deviam ser muito populares em sua época, pois são encontradas em várias versões escritas por vários povos e línguas diferentes, sendo que as primeiras versões da mesma, datam do Período Babilônico Antigo (2000-1600 a.C.), podendo ter surgido muito antes7, pois o herói desta epopéia é o lendário rei sumério Gilgamesh, quinto rei da primeira dinastia pós-diluviana de Uruk, que teria vivido no período protodinástico II (2750-2600 a.C.)8.
Devido à sua antiguidade e originalidade, muito se especula sobre a influência desta sobre textos mais difundidos e conhecidos pela humanidade, como os poemas épicos gregos Ilíada e Odisséia de Homero, escritos entre VIII e VII a.C.. Mas a polêmica é maior quando se comparados às narrativas do Pentateuco, a parte mais antiga do Velho Testamento, datadas do Primeiro Milênio a.C.. No caso desta última, o que legitima-nos a observar as influências, além de semelhanças impressionantes, o próprio contexto histórico e geográfico. Contexto este em que a origem dos hebreus e das grandes civilizações semitas são mescladas com a própria história do povo sumério. Históricos períodos de cativeiro, onde a aculturação era, além de inevitável pelas circunstâncias de sobrevivência, uma forma de dominação ideológica:
“O povo dominado era absorvido pelos nativos ao serem levados, havia a destruição total da nacionalidade, do culto, das instituições, nada ficando que pudesse ser lembrado a fim de que jamais alguém se encorajasse a agir em favor de uma reconstrução. Todo o elemento que representasse qualquer valor moral ou intelectual era desterrado e em seu lugar era posto outro povo trazido de outras regiões.” (LOPES, 200-, p. 2).
4. A semelhança entre as narrações.            
As semelhanças narrativas encontradas entre Epopéia de Gilgamesh e o Livro do Gênesis iniciam-se logo nos primeiros versículos da bíblia, ou seja, na criação do homem. O povo de Uruk, descontente com a arrogância e luxúria do rei Gilgamesh, exige dos seus deuses a criação de um homem que fosse o reflexo do rei, e tão poderoso quanto ele para que pudesse enfrentá-lo e redimi-lo. O deus Anu, ouvindo o lamento da população, ordenou a Aruru, deusa da criação, que fizesse Enkidu:
“A deusa então concebeu em sua mente uma imagem cuja essência era a mesma de Anu, o deus do firmamento (rei de Nibiru). Ela mergulhou as mãos na água e tomou um pedaço de barro; ela o deixou cair na selva, e assim foi criado o nobre Enkidu”.(SANDARS, 1992, p. 94).
“Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança”.(GENESIS, cap. 1, ver. 26).
“Então formou o Senhor Deus ao homem do pó da terra, e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida, e o homem passou a ser alma vivente”.(GENESIS, cap. 2, ver. 7).
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Enkidu foi criado inocente, longe da malícia da civilização, vivendo entre as criaturas selvagens e compartilhando a natureza com elas:
“Ele era inocente a respeito do homem e nada conhecia do cultivo da terra. Enkidu comia grama nas colinas junto com as gazelas e rondava os poços de água com os animais da floresta; junto com os rebanhos de animais de caça, ele se alegrava com a água”.(SANDARS, 1992, p. 94).
Eis que vos tenho dado todas as ervas que dão semente e se acham na superfície de toda a terra, e todas as árvores em que há fruto que dê semente; isso vos será para mantimento. E a todos os animais da terra e a todas as aves dos céus e a todos os répteis da terra, em que há fôlego de vida, toda erva verde lhes será para mantimento”. (GENESIS, cap. 1, ver. 29-30).
O rei Gilgamesh, sabendo da existência de Enkidu, incumbe uma missão a uma das prostitutas sagradas do templo da deusa Ishtar (deusa do amor e da fertilidade): seduzir Enkidu e trazê-lo para dentro das muralhas de Uruk. Enkidu deixou-se seduzir pela rameira e perdeu sua inocência, além de seu poder selvagem, tornando-se conhecedor da malícia do homem. Arrependido, lamenta-se, mas a rameira consola-o enfatizando as vantagens desta nova vida que está por vir:
“Enkidu perdera sua força pois agora tinha o conhecimento dentro de si, e os pensamentos do homem ocupavam seu coração”.(SANDARS, 1992, p. 96).
“Olho para ti e vejo que agora és como um deus. Por que anseias por voltar a correr pelos campos como as feras do mato?” (SANDARS, 1992, p. 99).
“Porque Deus sabe que no dia em que comerdes se vos abrirão os olhos e, como Deus, sereis conhecedores do bem  e do mal.” (GENESIS, cap. 2, ver. 5).
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Nesta comparação com  a tentação no Éden, não identificamos diretamente os fatos, mas sim, as idéias. A prostituta sagrada, condenada também em outros livros da bíblia, pode ser compilada como o fruto proibido, a serpente e a própria Eva, com  o poder de seduzir o homem e tirar sua inocência com falsas promessas.
Enkidu, já na cidade de Uruk, enfrenta o rei Gilgamesh em combate. Vencendo-o, é reconhecido pelo rei como irmão, pois este jamais havia enfrentado alguém com tamanha força. Formando-se então uma grande amizade que protagoniza grandes aventuras e tragédias ao longo da epopéia. Gilgamesh e Enkidu partiram então para a floresta de cedros (provavelmente, o atual Líbano), onde enfrentaram o monstro Humbaba, a sentinela da floresta.
Este se irrita com Enkidu, por profanar a floresta sagrada dos cedros inferiorizando-o e humilhando-o com palavras semelhantes às palavras de Deus, ao condenar o homem por comer do fruto proibido. Novamente não vemos relação direta entre os fatos, mas uma linha comum de pensamento é verificada entre os textos onde, a profanação e a desobediência são punidas com a servidão:
“… tu, um mercenário, que depende do trabalho para obter teu pão!” (SANDARS, 1992, p. 119).
“… maldita é a terra por tua causa: em fadigas obterás dela o sustento durante os dias da tua vida”.(GENESIS, cap. 3, ver. 16).
“No suor do teu rosto comerás o teu pão, até que tornes à terra, pois dela foste formado”.(GENESIS, cap. 3, ver. 19).
Os heróis, com a ajuda de Shamash (deus sol, protetor de Gilgamesh), matam o monstro Humbaba cortando-lhe a cabeça. Fato que irritou o poderoso Enlil (deus da terra, do vento e do ar universal), que exigiu a vida de um dos heróis pelo insulto.
A deusa Ishtar, vendo a força e beleza do herói, apaixona-se por Gilgamesh que a despreza, provocando a cólera da deusa. Então, Ishtar enviou a terra, um monstro com  a missão de destruir o herói: o Touro Celeste. Mas a dupla de heróis novamente é vitoriosa. Então, Enkidu zomba da deusa derrotada atirando-lhe pedaços do touro mutilado. Enlil enfurecido com a atitude do mortal decide enfim qual dos dois heróis deverá morrer. Enkidu então adoece e, sucumbindo à doença, impulsiona o rei Gilgamesh a sua missão final: a busca da imortalidade.   
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Representação de Gilgamesh (esquerda) e Enkidu (direita) e o touro alado.
A primeira semelhança encontrada pelos tradutores das tábuas em escrita cuneiforme é a mais impressionante. Foi a mola propulsora de toda a discussão sobre a veracidade dos textos bíblicos, pois a descrição do dilúvio não só é a mais bem conservada tábua de toda a epopéia, mas a mais rica em detalhes e semelhanças com  a descrição no Gênesis. Além de que, outras narrativas do dilúvio foram encontradas em forma de poemas isolados e com outros personagens, como as tábuas de Atra-Hasis, a Epopéia de Erra, e os textos do rei Ziusudra9.
Na epopéia, Gilgamesh parte em busca da imortalidade, e para isso, precisa obter este segredo dos deuses com o imortal Utnapishtim (Noé do Gênesis). Para encontrar o imortal, Gilgamesh enfrentou uma longa jornada, cheia de perigos e provações. Ao encontrar Utnapishtim, ouve que este não poderá lhe tornar imortal, mas poderá revelar ao herói como se tornara um e conta do dia em que os deuses, desgostosos com a sua criação (a humanidade), resolveram eliminá-la da terra:
“Naqueles dias a terra fervilhava, os homens multiplicavam-se e o mundo bramia como um touro selvagem. Este tumulto despertou o grande deusEnlil ouviu o alvoroço e disse aos deuses reunidos em conselho: ‘O alvoroço dos humanos é intolerável, e o sono já não é mais possível por causa da balbúrdia.’ Os deuses então concordaram em exterminar a raça humana”.(SANDARS, 1992, p. 149).
“Viu o Senhor que a maldade do homem se havia multiplicado na terra, e que era continuamente mau todo desígnio do seu coração”.(GENESIS, cap. 6, ver. 5).
“A terra estava corrompida à vista de Deus, e cheia de violência”.(GENESIS, cap. 6, ver 11).
“Farei desaparecer da face da terra o homem que criei, o homem e o animal, os répteis, e as aves do céu; porque me arrependo de havê-los feito”.(GENESIS, cap. 6, ver 7).
Ea/Enki (deus da água doce e da sabedoria, patrono das artes e protetor da humanidade), avisa Utnapishtim em um sonho das intenções de Enlil e orienta-o de como sobreviver à catástrofe que estaria por vir:
“… põe abaixo tua casa e constrói um barco. Abandona tuas posses e busca tua vida preservar; despreza os bens materiais e busca tua alma salvar. Põe abaixo tua casa, eu te digo, e constrói um barco. Eis as medidas da embarcação que deverás construir: que a boca extrema da nave tenha o mesmo tamanho que seu comprimento, que seu convés seja coberto, tal como a abóbada celeste cobre o abismo; leva então para o barco a semente de todas as criaturas vivas. (…) Eu carreguei o interior da nave com tudo o que eu tinha de ouro e de coisas vivas: minha família, meus parentes, os animais do campo – os domesticados e os selvagens – e todos os artesãos”.(SANDARS, 1992, p. 149-151).
“Faze uma arca de tábuas de cipreste; nela farás compartimentos, e a calafetarás com betume por dentro e por fora. Deste modo a farás: de trezentos côvados será o comprimento, de cinqüenta a largura, e a altura de trinta. Farás ao seu redor uma abertura de um côvado de alto; a porta da arca colocarás lateralmente; farás pavimentos na arca: um em baixo, um segundo e um terceiro”.(GENESIS, cap. 6, ver 14-16).
“… entrarás na arca, tu e teus filhos, e tua mulher, e as mulheres de teus filhos. De tudo o que vive, de toda carne, dois de cada espécie, macho e fêmea, farás entrar na arca, para os conservares contigo”.(GENESIS, cap. 6, ver. 18).
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Enlil então envia uma tempestade de grandiosas proporções, fazendo com que toda a terra desaparecesse sobre as águas:
“Caiu a noite e o cavaleiro da tempestade mandou a chuva.(…) Por seis dias e seis noites os ventos sopraram; enxurradas, inundações e torrentes assolaram o mundo; a tempestade e o dilúvio explodiam em fúria como dois exércitos em guerra.” (SANDARS, 1992, p. 151-153).
“… nesse dia romperam-se todas as fontes do grande abismo, e as portas do céu se abriram, e houve copiosa chuva sobre a terra durante quarenta dias e quarenta noites”.(GENESIS, cap. 7, ver. 11-12).  E toda a humanidade foi exterminada:
“… agora eles (humanos) flutuam no oceano como ovas de peixe”. (SANDARS, 1992, p. 152).
“Assim foram exterminados todos os serem que havia sobre a face da terra …” (GENESIS, cap. 7, ver. 23).
Com o passar dos dias, a tempestade ameniza-se e o dilúvio começa a serenar:
“Na alvorada do sétimo dia o temporal vindo do sul amainou; os mares se acalmaram, o dilúvio serenou”.(SANDARS, 1992, p. 153).
“Deus fez soprar um vento sobre a terra e baixaram as águas. Fecharam-se as fontes do abismo e também as comportas dos céus, e a copiosa chuva do céu se deteve”. (GENESIS, cap. 8, ver. 1-2).
Após a calmaria do grande oceano que se formara, Utnapishtim solta uma pomba para ver se há terra firme para que então possa desembarcar:
“Na alvorada do sétimo dia eu soltei uma pomba e deixei que se fosse. Ela voou para longe; mas, não encontrando lugar para pousar, retornou. Então soltei uma andorinha, que voou para longe; mas, não encontrando lugar para pousar, retornou. Então soltei um corvo. A ave viu que as águas haviam abaixado; ela comeu, voou de uma lado para outro, grasnou e não mais voltou para o barco”.(SANDARS, 1992, p. 153).
“Ao cabo de quarenta dias, abriu Noé a janela que fizera na arca, e soltou um corvo, o qual, tendo saído, ia e voltava, até que se secaram as águas sobre a terra. Depois soltou uma pomba para ver se as águas teriam já minguado da superfície da terra; mas a pomba, não achando onde pousar o pé, tornou a ele para a arca; porque as águas cobriam ainda a terra. Noé, estendendo a mão, tomou-a e a recolheu consigo na arca. Esperou ainda outros sete dias, e de novo soltou a pomba for a da arca. A tarde ela voltou a ele; trazia no bico uma folha nova de oliveira; assim entendeu Noé que as águas tinham minguado de sobre a terra. Então esperou ainda mais sete dias, e soltou a pomba; ela, porém, já não tornou a ele”.(GENESIS, cap. 8, ver. 6-12).
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Após a bonança, já em terra firme e grato ao deus Ea por ter lhe salvo a vida, Utnapishtim prepara um sacrifício aos deuses: “Eu então abri todas as portas e janelas, expondo a nave aos quatro ventos. Preparei um sacrifício e derramei vinho sobre o topo da montanha em oferenda aos deuses”.(SANDARS, 1992, p. 153).
“Então Noé removeu a cobertura da arca, e olhou, e eis que o solo estava enxuto”.(GENESIS, cap. 8, ver 13).
“Levantou Noé um altar ao Senhor, e, tomando de animais limpos e de aves limpas, ofereceu holocaustos sobre o altar”.(GENESIS, cap 9, ver 20).
Enlil, furioso com Ea/ENKI por ter permitido que um humano sobrevivesse e conhecendo o segredo dos deuses, viu-se sem alternativa que não a de transformar Utnapishtim em um imortal, para que sua maldição de que nenhum mortal sobrevivesse se completasse. Gilgamesh desapontado por não ter tido sucesso em busca da imortalidade, prepara seu retorno para Uruk, mas é abordado pela esposa de Utnapishtim que, compadecida com o fracasso do herói, revela-lhe o segredo da imortalidade em que, nas profundezas do mar, havia uma planta maravilhosa, e quem a comesse, seria eternamente jovem. O herói então mergulha no mar profundo, ferindo-se, mas obtendo a tão desejado segredo.
Tomado de rara compaixão, Gilgamesh decide não comer sozinho o maravilhoso fruto, mas sim dividi-lo com os anciãos da cidade de Uruk. No retorno para casa, Gilgamesh é surpreendido por uma serpente marinha que lhe rouba a flor, perdendo para sempre o segredo da imortalidade:
“Se conseguires pegá-la (a planta sagrada), terás então em teu poder aquilo que restaura ao homem sua juventude perdida. (…) Vem ver esta maravilhosa planta. Suas virtudes podem devolver ao homem toda a sua força perdida. (…) mas nas profundezas do poço havia uma serpente, e aserpente sentiu o doce cheiro que emanava da flor. Ela saiu da água e a arrebatou”.(SANDARS, 1992, p. 160).
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Apesar dos fins da ação de comer o fruto sejam diferentes (a morte e a imortalidade), podemos fazer uma analogia da função da serpente em roubar a imortalidade do homem: sendo tirando-lhe a oportunidade da vida eterna pela sua obtenção, como na Epopéia de Gilgamesh; sendo condenando-lhe a morte pela cessão do fruto ao homem, como no livro do Gênesis. Gilgamesh então ficou desolado e abatido, pois além de fracassar em sua missão, perdera para sempre o irmão Enkidu, restando-lhe apenas, melancolicamente esperar o dia de sua morte chegar.
No livro do Gênesis, não encontramos somente semelhanças com a Epopéia de Gilgamesh, mas com outros textos antigos, como o sumeriano Mito de Dilmum onde o deus Enki, o senhor das águas profundas e do abismo que suporta a terra; e Nintu, a virgem pura, deusa que presidia aos partos; habitavam sozinhos num mundo cheio de delícias sem que nada existisse além do par divino, caracterizando uma descrição muito semelhante do que seria e onde seria o jardim Éden:
“E plantou o Senhor Deus um jardim no Éden, da banda do Oriente, e pôs nele o homem que havia formado. (…) E saía um rio do Éden para regar o jardim, e dali se dividia, repartindo-se em quatro braços. (…) O nome do terceiro rio é Tigre; é o que corre pelo oriente da Assíria. E o quarto é o Eufrates”. (GENESIS, cap. 2, ver. 8-14).
5. Considerações finais.             
É impossível afirmar a influência direta da Epopéia de Gilgamesh sobre a escrita do livro do Gênesis, pois tanto um como o outro poderiam ter sido influenciados por histórias ainda mais antigas e difundidas no Oriente, ao mesmo tempo em que é inegável que o mundo situado entre o Mediterrâneo e os Montes Zargos, onde havia intensa circulação de mercadores de diferentes etnias e religiões variadas, era pequeno demais para descartar qualquer influência cultural entre eles.
Os hebreus, possivelmente muito antes de seus períodos de cativeiro na Babilônia e Assíria (esse cativeiro foi apenas “uma volta às origens do próprio povo hebreu” pois o primeiro patriarca hebraico, Abraão, era natural de UR, tendo recebido ordens de “deus” para se mudar para Canaã, a Terra Prometida nos primórdios da história hebraica, que se inicia em 3.760 AC!!), já tiveram contato com as lendas e mitos sumério-acadianos e que por várias razões, os utilizaram na formulação de suas próprias lendas, o que sugere que seu deusJEOVÁtoma por empréstimo características de deuses como Anu, Enlil e EA/ENKI, seja criando a terra e o homem, seja julgando-os por seus atos, seja compadecendo-se de seu povo e os protegendo.
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Acima: A Região da Mesopotâmia no destaque as cidades criadas pelos “deuses” de Nibiru, os Annunaki e Nephilins. O Jardim do Éden extraterrestre, entre os rios Tigre e Eufrates, onde hoje é o IRAQUE… o local da criação do homem por EA/EnKi e onde viveu GILGAMESH.

Fonte: thot3126.com.br

Descoberto gene extraterrestre em DNA humano./**/*****


Descobertos Genes Alienígenas em DNA Humano




Cientistas Encontram Genes Extraterrestre em DNA Humano
Um grupo de Cientistas pesquisadores que estão trabalhando no projeto Human Genome (Projeto Genoma Humano) ficaram perplexos diante de uma descoberta: eles acreditam que 97% das chamadas “sequências não-codificadas” do DNA humano correspondem a uma porção de herança genética proveniente de formas de vida extraterrestre!
Os cientistas já estão admitindo a hipótese de que uma forma de vida alienígena avançada está envolvida na criação de novas formas de vida em vários planetas; a Terra é apenas mais um deles.

Existiriam civilizações avançadas de seres humanos espalhados pela nossa Galaxia?
Por John Stokes  –  Fonte: http://www.agoracosmopolitan.com
O mistério do DNA: uma sequência indecifrada de genes guarda o segredo da origem da espécie humana. O Projeto Genoma foi além do esperado e os cientistas estão perplexos com a descoberta de material genético que não pertence ao planeta Terra.

A descoberta confere um tom a mais de credibilidade às hipóteses da origem humana como resultado de colonização da Terra realizada por viajantes cósmicos, que vieram “dos céus”, como nos relatos mitológicos de culturas (principalmente a cultura da Suméria, Mesopotâmia, hoje o Iraque) antigas de todo o mundo.
Não se sabe com que propósito tal experiência foi e/ou está sendo feita: se é apenas um projeto científico já concluído, em acompanhamento, uma preparação do planeta para uma colonização ou ainda, somente um compromisso de espalhar a vida por todo o universo . 
Essas sequências não-codificadas são comuns a todos os organismos vivos da Terra, do mofo, aos peixes e aos homens. No DNA humano, as sequências constituem grande parte do total do genoma, informa o profº Sam Chang, líder da equipe de pesquisa.

(Arrogantemente) Chamadas de “junk DNA” (DNA-lixo – porque, a princípio, pareciam não servir para nada, de acordo com os nossos sábios cientistas), as seqüências foram descobertas há anos atrás e sua função permanece um mistério. O fato é que a maior parte do DNA humano é extraterrestre.
As sequências foram analisadas por programadores de computador, matemáticos e outros estudiosos. Com os resultados o profº Chang concluiu que o “DNA-lixo” foi criado por algum tipo de “programador alienígena”. Essa parcela de código genético é determinante de atributos, muitas vezes indesejados, como a imunidade de um organismo às drogas anti-câncer.
Os cientistas estão admitindo a hipótese de que uma grandiosa (??) forma de vida alienígena está envolvida na criação de novas formas de vida em vários planetas; a Terra é apenas mais um deles. Não se sabe com que propósito tal experiência foi e/ou está sendo feita: se é apenas um projeto científico já concluído, em acompanhamento, uma preparação dos planetas para uma colonização ou ainda, um compromisso de espalhar a vida por todo o universo.
Human Genome Project Coordinators
O líder do grupo de pesquisadores, o Professor Sam Chang (Foto), e os Coordenadores do Projeto Genoma Humano encontram a prova absoluta de contato extraterrestre com “seres humanos da Terra ‘através de provas de DNA.
Segundo um raciocínio com base em padrões humanos, os “programadores extraterrestres”, provavelmente, trabalham em muitos projetos voltados para a produção de diferentes estruturas biológicas em vários planetas. Devem estar tentando soluções para inúmeros problemas.  De qualquer modo, qualquer intervenção externa no DNA humano da Terra foi capaz de manipular e interferir apenas na criação daquilo que é a expressão material do homem, da raça humana, que é o seu corpo FÍSICO.

O Disco Alado com Anu no centro, uma representação da suméria para o planeta dos deuses, Nibiru.
 O verdadeiro indivíduo, a ALMA, a energia que anima e sustenta a vida do corpo físico, não é passível de qualquer tipo de manipulação material por nenhuma espécie humana de qualquer origem extraterrestre, pois o verdadeiro indivíduo foi criado pelo Criador Supremo, e só pode ser aprisionada em um corpo físico se se sentir atraída para tanto e dai é por sua conta e risco comer da arvore do conhecimento do bem e do mal, isto é, animar um corpo físico e experimentar a “prazerosa” vida MATERIAL.

Estelas em alto relevo com gravações da civilização suméria, com registros sobre as Plêiades, o Cinturão de Órion, figura alada representando “os deuses que vieram dos céus”, de um planeta chamado Nibiru onde viveriam os Annunaki-Nephilins. Em outras culturas antigas as mesmas constelações e outras estrelas, como Sírius, são a origem dos deuses ancestrais.
Projeto Genoma & Origens Extraterrestres da Humanidade
O profº Chang é apenas um dos muitos cientistas que acreditam ter descoberto as origens extraterrestres da Humanidade. Chang explica que o DNA é um programa que consiste em duas “versões” (ou de dois conjuntos de informações): um código master e um código básico. O código master  possivelmente não tem origem terrena.  Os genes conhecidos, por si mesmos, não explicam completamente a evolução. Mais cedo ou mais tarde, a humanidade deverá ser informada de que toda a vida na Terra tem um código genético herdado (ou “plantado”) de nossos “irmãos” extraterrestres e que a evolução não ocorreu do jeito que se acreditava até então ou foi manipulada para exercer o controle sobre a espécie humana.

Em um cilindro da Suméria reproduzido acima vemos a equipe nibiruana de pesquisa constituída pelos “deuses”: ENKI/EA de pé e sua esposa Ninhursag (Ninmah/Ninti) sentada segura no ar ADAMU, o homem híbrido Erectus Nibiran /Homo híbrido que eles fizeram e Ningishzidda (Filho de ambos) de joelhos à esquerda . Esta registrado em um tablete de argila: “As Minhas mãos fizeram isso!” Ela gritou vitoriosamente.“ Ninhursag (Ninti/Ninmah) a deusa também conhecida como Nintu=Senhora do Nascimento, que ajudou EA/ENKI a “criar” o homem (em laboratório) na antiga Mesopotâmia, em tablete da suméria. Atrás dela a “Árvore da Vida”.
Além do material genético, é também possível que os extraterrestre estejam aqui mesmo, acompanhando de dentro e de perto o desenvolvimento da raça humana e disseminando mais intensamente suas “sementes estelares” (star-seeds). Estes seres, “infiltrados”, que estão sendo chamados de star-people ou star-children, são descritos pelos escritores Brad e Francie Steiger como indivíduos cujas almas deveriam ou poderiam estar encarnadas em mundos de outros sistemas solares, mas cujas ALMAS vieram à Terra, voluntariamente, nascendo em famílias humanas, para empregar seus esforços em auxiliar no processo de evolução da Humanidade (DESSE MODO RESPEITAM O livre arbítrio da ESPÉCIE, pois atuam de dentro da mesma e se sujeitam às mesmas limitações de consciência da própria espécie e são um EXEMPLO para o povo do meio em que estão inseridos).

Símbolo do ADN/DNA humano atribuído a Ningishzidda, um deus Annunaki que participou da criação do homem de barro, o Adamu.
Pessoas que alegam ter contatado estes seres, consideram-nos benevolentes ou “do bem”. Entre os “contatados” alguns são conhecidos nos meios científicos: George Adamski, Orfeo Angeluci, George Van Tassel, Howard Menger, Paul Villa, Billy meier, Alex Collier. Freqüentemente, os encontros entre humanos e “infiltrados” são comprovados por evidências físicas, como fotografias e filmes, além dos testemunhos.
Astronautas
Muitos pesquisadores escreveram livros sobre a “teoria do deuses astronautas”: uma raça de extraterrestres inteligentes que teria visitado e/ou colonizado a Terra em um passado remoto, durante um tempo que foi empregado em “aperfeiçoar” ou manipular a vida e a raça humana, fazendo de um primitivo hominídeo, como o homo erectus, o atual homo sapiens.
Um dos argumentos em que se apoia essa idéia é a improbabilidade de surgimento do Homo Sapiens de maneira súbita, um processo que fere os princípios do darwinismo ortodoxo; além disso, nos mitos encontrados nas culturas das mais antigas civilizações, existem descrições de eventos protagonizados por “deuses semelhantes a homens”, que aparecem vindos do céu e criam a raça humana” à sua própria imagem e semelhança”. O homem contemporâneo, em tudo lembra um ser híbrido, uma combinação genética de material extraterrestre com a herança do homo erectus.

Erich von Däniken no interior da pirâmide de Gizé, Egito.
Antes dos avanços tecnológicos e científicos que permitiram ao homem fazer viagens espaciais e manipular a vida através da engenharia genética, essa teoria da origem extraterrestre da raça humana, não podia ser concebida. Mesmo agora, no século XXI, existem muitas pessoas que consideram essa possibilidade uma fantasia de ficção científica. 
Entretanto, as mais recentes descobertas no campo da genética entram em choque com as teorias ortodoxas da evolução enquanto a hipótese de uma intervenção de uma espécie inteligente semelhante ao homem vai deixando de ser um mero produto da imaginação. Os mais famosos entre os expoentes da teoria da intervenção de astronautas na antigüidade são o suiço Erich von Daniken [autor de Eram os Deuses Astronautas – LINK: WEBSITE] e o lingüista americano Zecharia Sitchin [link: Os Anunnaki: os deuses astronautas da Suméria] autor de vários livros com temática da intervenção extraterrestre na criação do CORPO FÍSICO da raça humana.

DIREITA: Zecharia Sitchin, lingüista, especialista em escritas antigas, estudou os caracteres cuneiformes da civilização suméria e elaborou a hipótese do 12° planeta do sistema solar, chamado Nibiru, com base no conhecimento que resgatou da “mitologia” Mesopotâmica. O 12° planeta seria a morada dos “deuses mestres” , Nibiru, os colonizadores da Terra, viajantes cósmicos: os Anunnaki, que voltam, a cada 3 mil e 600 anos, para as vizinhanças da órbita terrestre.
Os Grupos de EXOPOLÍTICA
Dr. Michael E. Salla, autor deExopolitics: Political Implications of the Extraterrestrial Presence” (Dandelion Books, 2004) – é um dos fundadores do movimento de Exopolítica, cujo objetivo é obter a abertura das fontes de informação e o diálogo – com e sobre – os extraterrestres, pela afirmação de uma “democracia global” e pela qualidade de vida da raça humana como seres responsáveis e conscientes de que habitam o Universo. O Dr. Salla revela que “Existe um grande número de raças extraterrestres conhecidas (por várias instituições-e governos) e elas estão interagindo com o planeta e a população humana”.
Em 1998, o sargento aposentado das Forças Armadas Norte-Americanas (U.S. Army), Clifford Stone, que serviu por 22 anos, disse em entrevista que participou de operações de “resgate” (ocultamento?) de naves extraterrestres e de criaturas alienígenas – também. Stone disse que existem várias raças de extraterrestres. É dele um dos testemunhos colhidos pelo D. Michael E. Salla em uma série das mais completas já elaboradas.  Outro depoimento é o de Bob Dean, militar com 27 anos de carreira e muitas distinções: “Entre os extraterrestres que conhecemos existe um grupo que se parece muito conosco (os pleiadianos); podem estar sentados ao seu lado no avião ou num restaurante e ninguém perceberia qualquer diferença.”

Aparentemente, “Raças humanas extraterrestres podem se integrar facilmente nas sociedades humanas pois são indistingüíveis“. Um terceiro relato é o de Allex Collier, que afirma ser “um contatado” – “uma variedade de extraterrestre que fornece material para experimentos com humanos.” – Collier acrescenta que:
“Os humanos da Terra são um produto de manipulação genética realizada por extraterrestres. Os humanos sapiens possuem uma herança genética e seu código de DNA é semelhante a um banco de muitas diferentes memórias raciais que podem chegar a combinar elementos provenientes de 22 raças extraterrestres diferentes”.
Espiritualidade e Religião
Alex Collier diz que os “ET-humanos” estão interessados em “assegurar que a humanidade como um todo, possa se desenvolver com senso de responsabilidade sem ameaçar a si mesma nem à grande comunidade galáctica da qual fazem parte. Um dos pré-requisitos para isso é a elevação da consciência humana (aprimoramento), que deve começar com a implantação da unidade espiritual da humanidade, que deve advir de um nível de consciência superior a qualquer RELIGIÃO.”
Collier, que alega ter contato com ETs, alerta que as mensagens religiosas fundamentalistas, no cristianismo, judaísmo, islamismo e outras tantas religiões e seitas são elementos hostis, de manipulação e controle implantados dentro de raças específicas que servem de fator de desunião e divisão entre as diferentes culturas da raça humana.

Zecharia Sitchin, lingüista que decifrou/traduziu antigas escrituras cuneiformes da Suméria, descobriu registros de antigos visitantes extraterrestres. Há mais de 400 mil anos atrás os Anunnaki, do planeta Nibiru, começaram a colonização da Terra. A base de suas atividades foi a engenharia genética, por meio da qual aperfeiçoaram o homem primitivo e fizeram surgir o homo sapiens.
Até hoje, símbolos esotéricos arcaicos são renovados e continuam guardando o segredo da espécie humana. A dupla hélice de DNA foi desenhada milhares de vezes ao longo da história; estilizada, duas serpentes entrelaçadas, como no emblema conhecido como caduceu – o bastão de Thoth/Hermes/Mercúrio, signo da medicina e da sabedoria desde tempos imemoriais.
Jesus, o CRISTO
Alguns pesquisadores defendem a idéia de que Jesus era um ET-humano que se empenhou em inspirar um sentimento social de Unidade (espiritual); Jesus não criou nem pareceu pretender criar uma “religião Cristã” repressora da sexualidade, homofóbica, tantas vezes racista [como nas Idades Média e Moderna], promotora da superioridade de qualquer raça em detrimento de outras e legitimadora de atrocidades como a escravidão.
Os contatos extraterrestres de Collier informam que Jesus, de fato, existiu e não morreu na Cruz; sequer teria sido crucificado. A crucificação seria um relato simbólico, uma alegoria. Jesus teria vivido o resto de sua vida na histórica fortaleza judaica de Massada, último foco de resistência das forças israelitas contra o domínio romano, outra hipótese, talvez a mais plausível, é de que ele teria voltado para a Índia e lá terminado os seus dias, na atual região da Cachemira, onde existe um túmulo, de um homem considerado ainda hoje como um grande profeta e conhecido como o santo ISSA.
Figuras como Jesus têm vindo à Terra periodicamente, como outros tantos mensageiros fizeram antes dele, tais como Krishna e Budha na Índia, Zoroastro, na Pérsia, Confúcio e Lao Tsé, na China, Osíris no Egito, a fim de combater a saturação espiritual das massas que ficam entorpecidas pela mensagem de um sistema de crenças que enfraquece a capacidade de evolução individual e coletiva.
As religiões institucionalizadas legitimam a criação e a manutenção de uma elite sacerdotal dirigente opressiva e MANIPULADORA, que se auto-estabeleceu como juízes da moralidade. As elites religiosas, historicamente, têm abusado de suas regras autogeradas para exercer controle social e até mesmo político. A religião se torna um agente colaborador e complementar ao Estado político e, o que é pior, à serviço do projeto econômico e político que orienta o Estado. Os ETs-humanos querem “ajudar a humanidade a se libertar das estruturas de opressão através da educação e do despertar e da ELEVAÇÃO da consciência da espécie humana.”
Eles estão Entre Nós
Em Extraterrestrials Among Us, artigo publicado em outubro de 2006, Salla afirma: “Existem evidências impressionantes, provenientes de um fontes independentes de que extreterrestres semelhantes a humanos vivem integrados com as populações humanas dos grandes centros em nosso planeta. Muitos relatos, de pessoas comuns, descrevem encontros com extraterrestres que transitam incógnitos entre os cidadãos das maiores cidades do planeta.
George Adamski foi o primeiro a escrever sobre os extraterrestres que vivem secretamente. Em Inside The Flying Saucers, segundo livro não-ficcional de Adamski, há o relato das experiências de contato com os alienígenas e como eles se estabelecem em sociedade, vivendo como qualquer um, tendo emprego,vivendo em condomínios, dirigindo carros.  

O nosso endereço (a Via Láctea) no universo seria semelhante à Galáxia de Andrômeda da foto acima e possuiria entre 200 a 400 bilhões de sóis, todos girando ao redor de um SOL Central gigantesco que com sua atração gravitacional mantém todo o sistema coeso. O nosso sistema solar estaria situado à uma distância em torno de 40 mil anos luz do centro. Quanto mais próximo do Sol Central ( mais próximo da fonte de LUZ) mais evoluída é a humanidade.
Apenas em Oito Galáxias: 135 Bilhões de Seres Humanos
Seres ETs Humanos avançados visualizam os Humanos da Terra como seres bárbaros e selvagens que são uma ameaça para si mesmos.  Alex Collier afirma que ETs que ele manteve contatos lhe revelaram que existem mais de 135 bilhões de outros seres humanos nos oito galáxias mais próximas da nossa, a Via Láctea.  Alex Collier afirma que “A primeira vez que entrei em uma de suas espaçonaves [de ETs Humanos], um grupo de seus filhos começou a fugir de mim. As suas crianças sabiam que eu era da Terra.”
Nós temos uma reputação muito ruim lá fora“, indica Alex Collier, “porque somos a única raça humana na galáxia que se mata, que se vira contra si mesmo. Nós somos a única raça [humana] que se permite viver na pobreza. Nós somos os únicos que permitem que membros de nossa raça morram de fome. Nós somos os únicos que permitem que os membros da nossa raça vivam sem teto, sem abrigo. Nós somos a única raça que ainda vende seu semelhante à escravidão. e eu não gosto da imagem que eles tem de nós, não é que eles estão nos julgando, mas eles só não entendem por que o fazemos. Se alguém tem uma resposta para isso, estou aberto a ela. Sim, nós fomos manipulados por sistemas de crenças, mas por que acreditamos nesses sistemas de crenças?” (n.t. Por que não evoluimos…?)
Segundo o depoimento de Alex Collier em sua associação com supostos contatos extraterrestres, os seres humanos da Terra “são a única raça de seres humanos que se oprime e se mata.” 
Anunnaki-cria-homem-do-macaco
Se seres ETs humanos como nós existem, como alguns representantes do meio acadêmico e outros sugerem, a salvação da Humanidade a partir de seu curso atual aparente de auto-destruição, incluindo o aquecimento global catastrófico em curso (mudanças climáticas generalizadas e irreversíveis), poderia muito bem ser vital contar uma mudança nos sistemas de governança humanos colocando a nossa ganância e fanatismos de lado, em direção a um diálogo construtivo para nos salvarmos.

Fonte: Thot3126.com.br